A RENÚNCIA DOS DIRETORES DO CENTRO DA UNIÃO ESPÍRITA

Em 27/10/1897, Augusto Elias da Silva, Ernesto dos Santos Silva, João Gurgel do Amaral Valente, José Villa Franca e Manuel Joaquim Moreira Maximino, mandaram publicar um aviso, nos jornais cariocas GAZETA DE NOTÍCIAS e JORNAL DO BRASIL, informando que estavam deixando de fazer parte da diretoria do Centro da União Espírita de Propaganda no Brasil.

Conforme é sabido, o Centro da União era uma sociedade espírita majoritariamente “científica”, sediada na Cidade do Rio de Janeiro e comandada por Angeli Torteroli.

Historicamente, esse comunicado é importante porque Bezerra de Menezes o usou como exemplo de que a referida instituição estava soçobrando, em artigo publicado no REFORMADOR de 15/11/1897.

No entanto, existe noticiário sobre o funcionamento do Centro até meados de 1868. Assim como da publicação da Revista Espírita do Brasil, periódico mantido pela referida instituição.

Além disso,  Ernesto dos Santos Silva, que gozava de prestígio na FEB, acabou não saindo e Antônio Pinheiro Guedes e Carlos de Lima e Cirne, figuras também estimadas no ambiente febiano, continuaram a fazer parte da diretoria do Centro da União, como se vê na GAZETA DE NOTÍCIAS de 03/03/1898. Conforme o DIÁRIO OFICIAL DO RIO DE JANEIRO, Guedes e Cirne faziam parte da diretoria do Centro desde 30/12/1895.

FONTE:

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.

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